Centro de formação executiva focado em liderança, inovação e curadoria de conteúdos para líderes e gestores do futuro.

Conheça mais

O portal brasileiro da faculdade de gestão do MIT, trazendo conteúdo de qualidade e confiável sobre o tema.

Você está aqui

Acesso a estudos exclusivos e materiais de ensino produzidos pela faculdade de negócios de Harvard.

Versão brasileira do portal referência em negócios na China, endossado pela universidade de negócios Cheung Kong.

Conheça mais
O CNEX faz parte do ecossistema Atitus. Conhecimento, tecnologia e inovação. Conectadas com o mesmo propósito: o seu futuro.

Status de leitura

Faça login para usar este recurso

Crie uma playlist

Faça login para salvar este conteúdo em suas playlists

Não lido

©2026 MIT Sloan Management Review Brasil. Todos os direitos reservados. A reprodução, total ou parcial, é proibida sem a autorização prévia e expressa do CNEX.

O novo conselho de administração é o velho conselho

Nos Estados Unidos, estão cobrando das empresas mais eficácia na inclusão de diversidade em seus boards. Mais dia, menos dia, essa cobrança acontecerá também no Brasil – antecipe-se

Cynthia E. Clark e Jill A. Brown
30 de julho de 2024
14 min de leitura
O novo conselho de administração é o velho conselho

Entre cada vez mais investidores e reguladores da mídia e outros stakeholders, há uma pressão para empresas de capital aberto renovarem seus conselhos de administração a fim de torná-los mais diversos. Pelo menos uma dúzia de empresas de capital aberto foram processadas por acionistas desde meados de 2020, sob a acusação de pouca diversidade.

De julho de 2020 até junho de 2021, a gestora de investimentos Black Rock votou contra mais de 1,8 mil conselheiros em cerca de mil companhias pela insuficiência de ações para aumentar a diversidade de seus conselhos. A empresa de consultoria para acionistas Institutional Shareholder Services agora recomenda segurar os votos ou votar contra conselheiros com papéis de nomeação e governança em conselhos que não tenham pelo menos um conselheiro não-branco e pelo menos uma mulher. A Nasdaq, com a aprovação da U.S. Securities and Exchange Commission (equivalente à Comissão de Valores Mobiliários), logo exigirá que companhias listadas lá tenham pelo menos dois conselheiros geograficamente diversos (ou que expliquem por que não têm).

Este conteúdo é exclusivo para pagantesJá tem acesso? Fazer loginAssinar

Você leu o post? Então faça login e tenha acesso ao recurso de “Marcar como lido”.

Cynthia E. Clark e Jill A. Brown
Cynthia E. Clark é professora de gestão na Bentley University, autora de G*iving Voice to Values in the Boardroom* (Routledge, 2021) e conselheira. Jill A. Brown é professora de gestão na Bentley University e coautora de *Business & Society: Ethics, Sustainability & Stakeholder Management* (Cengage Learning, 2022).

Deixe um comentário

Ouvir
Bookmark (0)
Please login to bookmark Close
Exportar
Share
Conteúdo da editoria Gestão de talentos

Para você Faça login para ver sugestões personalizadas

Você atualizou a sua lista de conteúdos favoritos. Ver conteúdos
aqui