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Noventa e cinco por cento das organizações relatam baixo retorno mensurável sobre seus investimentos em inteligência artificial. Não porque as ferramentas falharam, mas porque falhamos em mudar como trabalhamos, como lideramos e como aprendemos. Esse é o diagnóstico central do white paper produzido pela CI&T em parceria com a MIT Sloan Management Review Brasil: a principal barreira à escala da IA não é tecnológica. É humana.
Com três décadas de experiência em transformação digital na América Latina, a CI&T desenvolveu um framework próprio para orientar organizações na jornada de IA, ancorado em princípios Lean, governança estruturada e no CI&T FLOW, seu sistema de gestão de IA, que hoje atende mais de 140 clientes globais e orquestra milhares de agentes em escala. A lógica é direta: a transformação começa pela prática, não pela teoria. Do atrito real. Da constatação de que a maioria dos pilotos falha não por não demonstrar valor, mas porque as organizações não conseguem absorver a mudança.
O material percorre os principais desafios organizacionais, como resistência cultural, fragmentação estratégica, processos desenhados para fluxos humanos e lineares, ausência de métricas de retorno, e propõe uma jornada estruturada em três atos: experimentação, aceleração e disrupção. Cada estágio representa um avanço de maturidade: do piloto localizado à reinvenção do modelo de negócio, com pessoas e agentes operando de forma integrada no dia a dia.
Para líderes que precisam transformar ambição em ritmo operacional, este paper é um convite à honestidade sobre o que não funciona, e um caminho concreto para fazer parte dos 5% que conseguem escalar.
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