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Em busca de um KPI matador

A simplificação radical dos indicadores de desempenho com algumas restrições ajuda a alinhar o comportamento da equipe às metas da organização

Omri Morgenshtern, Robert Rosenstein e Peter L. Allen
30 de julho de 2024
Em busca de um KPI matador
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Metas e métricas, para surtir efeito, devem ser claras e simples. E, em nossa experiência, verificamos que quanto menos, melhor. Em nossa empresa, que está crescendo, descobrimos que a simplicidade aumenta a probabilidade de alcançarmos nossos objetivos. Quando tínhamos metas demais – e muito complexas –, faltava sintonia nas decisões tomadas pelos times ou entre eles, o que levava grupos e indivíduos a atirar para todos os lados, sem produzir os resultados desejados, na escala desejada.

Decidimos, portanto, buscar um indicador que tivesse o poder de unificar o comportamento de uma importante área para a interação com o cliente – a unidade que projeta, cria e gerencia nossa loja virtual – e, também, que agisse como moeda compartilhada entre os times, permitindo investimentos mais inteligentes no negócio. Vimos, no entanto, que estabelecer um KPI sem qualquer restrição poderia ter consequências involuntárias sérias. Qualquer grande meta teria de ter um contrapeso, algo como “maximizar X sem reduzir Y”.

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Omri Morgenshtern, Robert Rosenstein e Peter L. Allen
Omri Morgenshtern é diretor de operações da Agoda, subsidiária da Booking Holdings na Ásia. Robert Rosenstein é cofundador e presidente do conselho da Agoda. Peter L. Allen, ex-diretor de pessoas da Agoda, integra o corpo docente da Hult International Business School. É, também, diretor de pessoas do APL Group.

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