Centro de formação executiva focado em liderança, inovação e curadoria de conteúdos para líderes e gestores do futuro.

Conheça mais

O portal brasileiro da faculdade de gestão do MIT, trazendo conteúdo de qualidade e confiável sobre o tema.

Você está aqui

Acesso a estudos exclusivos e materiais de ensino produzidos pela faculdade de negócios de Harvard.

Versão brasileira do portal referência em negócios na China, endossado pela universidade de negócios Cheung Kong.

Conheça mais
O CNEX faz parte do ecossistema Atitus. Conhecimento, tecnologia e inovação. Conectadas com o mesmo propósito: o seu futuro.

Status de leitura

Faça login para usar este recurso

Crie uma playlist

Faça login para salvar este conteúdo em suas playlists

Não lido

©2026 MIT Sloan Management Review Brasil. Todos os direitos reservados. A reprodução, total ou parcial, é proibida sem a autorização prévia e expressa do CNEX.

Tinder e a gamificação do namoro

Por oferecer uma experiência de usuário que remete ao jogo, o Tinder cresceu rapidamente entre o público jovem – que não usava aplicativos de namoro – eabalou todo o setor

Niloofar Abolfathi e Simone Santamaria
29 de julho de 2024
8 min de leitura
Tinder e a gamificação do namoro

Uma análise do setor de namoro por aplicativo nos Estados Unidos de seu início, em 2007, até a mudança radical em 2013 demonstra que o Tinder virou o jogo – literalmente. Como em outros casos de novidades que causam disrupção em todo um setor, a revolução do Tinder reflete como novatos precisam transformar quem não era cliente em cliente, em vez de desafiar os players de mercados estabelecidos. Embora as tecnologias emergentes ofereçam aos recém-chegados a oportunidade de derrubar os concorrentes existentes, nossa pesquisa mostra que alterar a experiência do usuário para atender um segmento de mercado esquecido, e não a tecnologia, é o que realmente produz a disrupção do setor.

Aplicativos de namoro, incluindo eHarmony, Match.com e OkCupid, surgiram como sites de namoro na época das ponto.com e se tornaram aplicativos de celular depois que o iPhone foi lançado em 2007. Como contavam com grandes bases de usuários, a probabilidade de encontrar um par adequado era maior nessas plataformas. Também investiam em algoritmos de match, calibrados a partir de dados abundantes dessa base de clientes. Novatos, com bases de usuário pequenas e falta de dados coletados, lutavam para conquistar um mínimo de market share enquanto as marcas tradicionais dominaram o mercado até 2012.

Este conteúdo é exclusivo para pagantesJá tem acesso? Fazer loginAssinar

Você leu o post? Então faça login e tenha acesso ao recurso de “Marcar como lido”.

Niloofar Abolfathi e Simone Santamaria
Niloofar Abolfathi é professora assistente de estratégia e inovação da Vienna University of Economics and Business e professora assistente da National University of Singapore. Simone Santamaria é professora assistente de estratégia e empreendedorismo na National University of Singapore.

Deixe um comentário

Ouvir
Bookmark (0)
Please login to bookmark Close
Exportar
Share
Conteúdo da editoria Gestão de talentos

Para você Faça login para ver sugestões personalizadas

Você atualizou a sua lista de conteúdos favoritos. Ver conteúdos
aqui