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Engajamento estratégico com ecossistemas de inovação

Onde startups, pesquisadores e investidores se unem, as oportunidades de acelerar a inovação corporativa aparecem

Philip Budden e Fiona Murray
7 de fevereiro de 2025
17 min de leitura
Engajamento estratégico com ecossistemas de inovação

A pressão competitiva para inovar está levando as empresas a buscar novas ideias fora de muros. Mas patrocinar eventuais hackathons ou ter interações pontuais com uma aceleradora de startups não ajuda muito a impulsionar as habilidades de inovação de uma empresa. Muitas delas estão perdendo oportunidades factíveis ou falhando ao realmente acessar os ecossistemas de inovação de suas regiões.Esses ecossistemas surgem onde inovação e atividade empreendedora estão altamente concentradas. Em nossa definição, ecossistemas são locais que envolvem cinco tipos de stakeholders – instituições de pesquisa, empreendedores, corporações, investidores e governos – unidos por um tecido social forte de interesses mútuos, necessidades e recursos complementares e confiança.

Nossa pesquisa mostra que novos ecossistemas de inovação estão emergindo em todo o planeta, para além dos hubs já conhecidos. Por mais que sejam, em geral, menores e mais especializados do que, digamos, o Vale do Silício, esses clusters de atividade estão ampliando as oportunidades regionais para envolvimento corporativo em novos locais. Enquanto isso, interações digitais permitem uma participação mais ampla para além das fronteiras geográficas.

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Philip Budden e Fiona Murray
Philip Budden é professor sênior de inovação tecnológica, empreendedorismo e gestão estratégica na MIT Sloan School of Management. Fiona Murray é reitora-associada para inovação e inclusão e professora de empreendedorismo na MIT Sloan School, associada do National Bureau of Economic Research e diretora do novo Innovation HQ do MIT (iHQ).

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