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As empresas brasileiras podem conseguir isso com a adoção das melhores práticas de “higiene digital”, segundo a Accenture
Treinamento de pessoas
Quando uma empresa começa a empregar tecnologia que muitos ou a maioria de seus mais importantes funcionários não entendem, ela provavelmente perderá oportunidades ou ficará exposta a mais vulnerabilidades cibernéticas – ou ambos. A segurança, sempre é bom lembrar, depende do elo mais fraco da empresa. Muitas vezes, esse elo é um funcionário que desavisadamente cria uma oportunidade para a invasão dos sistemas corporativos. No entanto, mesmo com o aumento da frequência e do impacto dos ataques, a capacitação sistemática dos funcionários em cibersegurança ainda não foi adotada como uma prática básica em muitas empresas.
Além disso, os treinamentos precisam de fato engajar os funcionários, de modo a garantir que eles absorvam os ensinamentos e os coloquem em prática. Como destaca André Pires, CISO da Latam: “Se eu simplesmente mandar um e-mail mensal e disponibilizar um _e-learning_, a eficácia será baixíssima. A maioria vai apagar o e-mail e fazer o treinamento eletrônico rapidamente sem prestar muita atenção, para cumprir com o que é requerido. Para engajar, é preciso criar uma experiência memorável. Por exemplo, tentamos fazer com que os treinamentos sejam engraçados”.
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