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A inteligência artificial deixou de ser apenas um recurso para automatização de tarefas e passou a ocupar um papel central no desenvolvimento de software, inaugurando um novo ciclo tecnológico nas empresas. Segundo especialistas reunidos no ONE World Tour Latam 2025, entramos na era da IA agêntica — uma evolução da IA generativa, na qual sistemas passam a raciocinar, planejar e agir com autonomia, ampliando a produtividade dos times de tecnologia.
Esse avanço, no entanto, traz novos desafios estratégicos. A adoção da IA passou da fase de experimentação para a de execução, mas exigir que máquinas atuem com autonomia implica redefinir processos, rever modelos de governança digital e garantir supervisão humana contínua. Sem esse equilíbrio, cresce o risco de perda de controle sobre decisões críticas, aumento de vulnerabilidades e desalinhamento com objetivos de negócio. Em outras palavras: a IA pode acelerar entregas, mas o futuro do software continuará dependendo da capacidade humana de orquestrar tecnologia com estratégia.
Esse é o eixo central do e-book “O papel da orquestração humana na era da IA agêntica”, coproduzido por MIT Sloan Management Review Brasil e OutSystems. O conteúdo aprofunda as implicações desse novo cenário para empresas que estão avançando na transformação digital e buscando eficiência em escala.
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