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Três maneiras de vender valor em mercados B2B

A venda baseada em valor aumenta margens e competitividade, mas é preciso ir além da abordagem de tamanho único

Joona Keränen, Harri Terho e Antti Saurama
30 de julho de 2024
17 min de leitura
Três maneiras de vender valor em mercados B2B

Acapacidade de quantificar e comunicar valor nas vendas business-to-business (B2B) é mais importante do que nunca. À medida que clientes empresariais sofrem pressão para reduzir custos e manter lucratividade, e mais concorrentes fazem transformação digital ou agregam serviços a seus produtos (“servitization”), a venda baseada em valor (aqui tratada como VBV) torna-se fundamental para os mercados B2B. Mas, entre decidir e fazer, muitas empresas tropeçam.

Os principais desafios da VBV vêm da confusão e da incerteza quanto a três fatores: (1) o valor real que os vendedores devem vender; (2) os resultados que eles devem precificar; e (3) os riscos e responsabilidades que o vendedor e o comprador devem compartilhar. Embora a literatura atual considere VBV uma abordagem de vendas “tamanho único”, não fica claro para os gestores como aplicá-la nas diferentes situações. Isso é particularmente grave em mercados B2B, nos quais os fornecedores precisam de outros recursos, dependendo de estarem vendendo produtos de alto valor, serviços intensivos em valor ou soluções baseadas em desempenho.

Inovação: por que não decola
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Joona Keränen, Harri Terho e Antti Saurama
Joona Keränen é professor de business da RMIT University, Austrália, e professor visitante da LUT University, na Finlândia. Harri Terho é bolsista sênior de pesquisa e professor da escola de economia da University of Turku, na Finlândia. Antti Saurama é diretor do Centre for Collaborative Research da University of Turku.

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