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Não desista de uma nova tecnologia

Em vez disso, encontre a melhor forma de usá-la. O exemplo da IKEA com drones ensina: a empresa fracassou no início, por falhas nos pilotos. Mas encontrou uma nova, e melhor, abordagem

Torbjørn Netland, Omid Maghazei e Michael Lewis
30 de julho de 2024
7 min de leitura
Não desista de uma nova tecnologia

As empresas que consideram fazer uso de determinada tecnologia normalmente avaliam atualizar equipamentos ou substituir processos manuais por automação. É muito mais difícil quando se trata de tecnologias emergentes que ainda não são muito usadas. Business case e orçamento tendem a ser contra novas tecnologias, em parte porque não levam em consideração o valor dos ganhos de aprendizagem.

Para compreender como as organizações podem testar e implementar com sucesso novas tecnologias, estudamos como a IKEA introduziu a tecnologia de drones nas operações de estoque. Ela pode ser a maior empresa de mobiliário do mundo, mas padece do mesmo problema de qualquer varejista: a precisão do inventário. Saber o que tem em estoque, quando e onde, é fundamental. Toda vez que um cliente pede um produto que não está em estoque, uma venda em potencial é perdida. Corrigir falhas de controle de estoque também pesa nos custos. Um dos centros de distribuição da IKEA na Alemanha costumava ter vários funcionários dedicados a corrigir esses erros por meio de verificações manuais.

Como navegar em um mar de riscos
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Torbjørn Netland, Omid Maghazei e Michael Lewis
Torbjørn Netland é professor de gestão de produção e operações no Departamento de Gestão, Tecnologia e Economia da ETH Zurique. Omid Maghazei é pesquisador de pós-doutorado no mesmo departamento. Michael Lewis é professor de gestão de operações e suprimentos na Divisão de Informações, Decisões e Operações da School of Management da University of Bath.

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