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Startups e o gasto para ganhar mercado

Uma análise da economia unitária ajuda empreendedores (e investidores) a perceber rapidamente se a agressividade para captar clientes será recompensada

Ramon Casadesus-Masanell, Dóra Horváth e S. Ramakrishna Velamuri
12 de junho de 2024
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Sem alarde, a Ofo foi fundada em 2014 por integrantes de um clube de ciclismo da universidade de Pequim. Eles se concentraram primeiro no cicloturismo, mas logo partiram para um aplicativo de compartilhamento de bicicletas. Em 2016, a Ofo já tinha uma frota de 85 mil bicicletas na China, e logo começou a abrir filiais em todo o mundo. A empresa acabaria por conquistar um financiamento assombroso de US$ 2 bilhões. Mas, em 2018, enfrentando forte concorrência e estresse no fluxo de caixa, seus líderes passaram a avaliar a possibilidade de abrir falência. Um ano depois, a Ofo fechou.

O que deu errado?

De início, a Ofo, como muitas startups – em especial, as financiadas por capital de risco – focou o crescimento. Muitas vezes isso significa perda de dinheiro, o que é esperado numa startup, claro. A questão-chave é se as perdas são saudáveis.

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Ramon Casadesus-Masanell, Dóra Horváth e S. Ramakrishna Velamuri
Ramon Casadesus-Masanell é professor de gestão da Harvard Business School, EUA. Dóra Horváth é professora assistente da Universidade Corvinus de Budapeste, Hungria. S. Ramakrishna Velamuri é professor e reitor da escola de administração da Mahindra University, Índia.

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