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Priorize as capacidades certas para sua empresa, seja ela verde ou cinza

Para alcançar a inovação sustentável, os gestores precisam entender o perfil de suas organizações em relação ao tema e, a partir desse diagnóstico, reorganizar seu arranjo de capacidades de inovação

Cristina M. Ostermann, Leandro S. Nascimento, Cynthia F. Lopes, Guilherme F. Camboin e Paulo Antônio Zawislak
12 de julho de 2024
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3º lugar na seleção MIT SLOAN REVIEW BRASIL de artigos acadêmicos de autores brasileiros em 2021

Diante do cenário de mudanças climáticas e da crescente perda da biodiversidade do planeta, é cada vez mais consenso que o desenvolvimento não pode ser concebido sem uma base de sustentabilidade e inovação. Considerando o ambiente de negócios e a pressão social, somados às políticas públicas e aos acordos setoriais, vemos que essa base pode ser natural para startups, por exemplo, mas nem tão natural para as empresas estabelecidas. Em sua maioria, essas empresas são construídas com base em paradigmas que não necessariamente incluem a sustentabilidade. Porém, estão expostas a políticas regulatórias internacionais, principalmente no que diz respeito às áreas ambientais. Isso é ainda mais importante para mercados emergentes e para o Brasil em particular – não apenas porque nosso País ocupa um lugar estratégico no debate mundial sobre mudanças climáticas, como também porque possui uma economia com menores taxas de inovação, por ser orientada para a exportação de commodities.

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Cristina M. Ostermann, Leandro S. Nascimento, Cynthia F. Lopes, Guilherme F. Camboin e Paulo Antônio Zawislak
Cristina M. Ostermann, Leandro S. Nascimento, Cynthia F. Lopes e Guilherme F. Camboin são pesquisa-dores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Paulo Antônio Zawislak é professor da UFRGS. Este artigo se baseia no paper “Innovation capabilities for sustainability: a comparison between green and grey companies”

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