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Edição #38 do MIT SMR Brasil
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Décadas de pesquisa em psicologia sugerem que existem três qualidades centrais de experiência que as pessoas precisam na vida: alegria, realização e significado (JAM). Utilizar a métrica JAM unifica as escolas de gestão do tempo e pode mudar suas prioridades
A maneira como aproveitamos nosso tempo, hora após hora, é, no fim, a maneira como passamos nossas vidas. Para muitos de nós, somar essas horas pode parecer insatisfatório.
Atitudes culturais embutidas em ditados como “tempo é dinheiro” nos estimulam a priorizar a eficiência e a procurar maneiras de condensar e consolidar tarefas para maximizar o quanto podemos fazer em determinado período. Mas quais devemos priorizar se quisermos criar nossas melhores vidas no trabalho e fora dele?
Falta uma maneira de avaliar nosso tempo gasto da perspectiva do valor que tiramos dele. Precisamos de tal medida se quisermos fazer as melhores alocações de nosso tempo e construir vidas mais satisfatórias.
Dadas as evidências crescentes de que a felicidade pode gerar alto desempenho e engajamento no trabalho, a questão de como gastamos nosso tempo é cada vez mais relevante. Se quisermos considerar isso de maneira mais rigorosa e começar a fazer mudanças no dia a dia, precisamos de uma visão mais nítida do valor subjetivo do nosso tempo, em vez do seu valor produtivo.

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