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Edição #37 do MIT SMR Brasil
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Conheça dois frameworks que, combinados, podem ajudar as pessoas de uma organização a ser mais produtivas e fazer mudanças sem sobrecarregar (ainda mais) a liderança
A discussão sobre produtividade – globalmente e no Brasil – não é nova e, segundo dados do The Conference Board vindos do relatório de 2024, ocupamos o 78º lugar do mundo em produtividade. Houve um crescimento sobre o resultado anterior, mas foi tímido – 0,53%.
Não se trata de trabalharmos menos. Se nos compararmos com os canadenses, trabalhamos mais horas do que eles – a carga horária semanal média é de 39 horas aqui e de 32,1 horas – lá, e eles produzem mais.
Não se trata, tampouco, de sermos mais criativos. Se olharmos para o registro de patentes em 2023, China e Estados Unidos, bem mais produtivos, lideraram o ranking mundial com 69.610 e 55.678 pedidos respectivamente. Já o Brasil registrou apenas 517 pedidos.
Sempre são citadas as mesmas causas para a produtividade insatisfatória do trabalhador brasileiro, como infraestrutura e educação – fatores estruturais complexos que dependem de mudanças tão profundas e demoradas que tendemos a nos conformar.
Haverá outra solução? Neste artigo, sustentamos que sim.
Há um fator que impacta a produtividade sobre o qual temos condições de agir de maneira mais imediata: trata-se de estimular a manifestação do potencial humano nas organizações.
Conhecer o potencial das pessoas que trabalham com você e alinhá-lo com os desafios do mercado/organização não é simples, mas é possível, desde que seja uma responsabilidade compartilhada por indivíduos, líderes e a área de recursos humanos. Não uma responsabilidade só dos líderes.

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